Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais...
Rubem Alves
sexta-feira, 12 de julho de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Maternal III B
Após a leitura do livro “A dona
baratinha” da autora Ana Maria Machado, as crianças do Maternal III B
demonstraram muito interesse pela história, elas pediram para que os educadores
lessem novamente o livro, ficaram imitando os sons dos animais e discutiram
sobre o enredo.
Em uma roda de conversa
surgiu a ideia realizar com as crianças a dramatização da história, cada
criança escolheu qual personagem da história queria representar e após cada uma
pintou sua máscara.
A professora escreveu a letra da música e a
turma toda cantou. Os educadores e a professora fizeram uma pequena
demonstração teatral para a turma. Depois tivemos vários momentos para
dramatizar a história.
A empolgação da turma foi
tão grande que surgiu a vontade de apresentar para as outras turmas do CMEI a
dramatização, todas as crianças participaram representando diversos personagens,
com certeza foi um momento muito significativo para a turma.
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Maternal II
Nesta semana a turma do
Maternal II teve uma grande surpresa, recebeu a visita da boneca Emília em sua
sala. A boneca Emília contou um pouco de sua história de como se tornou uma
boneca, quem a fez e quem era sua dona.
Foi um momento de contação de história bem
divertido, embora algumas crianças se assustaram um pouco, mas aos poucos foram
se soltando e entrando na brincadeira.
Proporcionar momentos de imaginação e faz de
conta para as crianças contribui para o desenvolvimento intelectual delas e o
incentivo em despertar esses sentimentos. Cabe ao educador promover esses
momentos.
sábado, 4 de maio de 2013
Maternal III A
COMO
TUDO ACONTECEU...
ESTE TRABALHO SURGIU QUANDO FIZEMOS
UMA ATIVIDADE DE DESENHAR A NOSSA SILHUETA E DEPOIS DE PRONTO AO OBSERVAR
PERCEBEMOS QUE PARECIAM BONECOS, ENTÃO SURGIU UMA CURIOSIDADE EM COMO CRIAR UM
BONECO.
AO ENCONTRAR O LIVRO SACO DE BRINQUEDOS E
CONHECER O POEMA “BONECO DE PANO” DE CARLOS URBIM DECIDIMOS CONFECCIONAR O
NOSSO BONECO COM AS CARACTERÍSTICAS QUE
RETRATAVA O POEMA.
PEDIMOS AJUDA A SOLANGE (NOSSA
DIRETORA) QUE COSTUROU O CORPO DO BONECO E ENTÃO COMEÇAMOS A DAR FORMA A ELE
COSTURANDO OS BOTÕES PARA SER OS OLHOS, PINTAMOS A BOCA COM TINTA DE TECIDO,
COLAMOS LÃ PARA SER O CABELO E MUITOS RETALHOS DE TECIDO EM TODO O CORPO.
FINALMENTE NOSSO “BONECO DE PANO” FICOU PRONTO, MAS ELE PRECISAVA DE UM NOME E
QUAL SERIA? SURGIRAM ALGUMAS SUGESTÕES DE NOMES COMO:
- VITOR
- BONECO DE PANO
- LELECO
- FERDINANDI
FIZEMOS
UMA VOTAÇÃO PARA ESCOLHER ENTRE UM DESSES QUATRO NOMES E VENCEU O “LELECO” COM
OITO VOTOS.
AO
OUVIR O POEMA “BONECO DE PANO” DIVERSAS VEZES NA RODA RESOLVEMOS CONVIDAR TODOS
PARA NOS ASSISTIR RECITANDO O MESMO E APRESENTAR A MÚSICA DA BONEQUINHA.
.
MATERNAL III-A
PROFª: ANDRYELLE
EDUCADORAS: ANA PAULA E IVANIR.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
A fase das mordidas
Nos berçários e maternais, a fase das mordidas entre
as crianças sempre causa muitas confusões. Geralmente, é um assunto
delicado para pais e educadores. Os pais da criança que mordeu se sentem
constrangidos e culpados enquanto a família da criança que foi mordida se
sente agredida e se questiona com relação aos cuidados que o filho está
recebendo no ambiente escolar. Educadores precisam esclarecer e saber como
lidar com a situação.
Em primeiro lugar, é importante que se
saiba que esse comportamento de morder faz parte do desenvolvimento, é
normal até os três anos de idade e passa quando a criança adquire novas
habilidades.
O bebê entra em contato com o mundo
através da boca, é seu modo de reconhecer os objetos, experimentar,
sentir, por isso sempre que se interessa por algo quer levar à boca.
Também a utiliza para rejeitar ou aceitar alimentos, se comunicar, sorrir,
chorar, balbuciar...
As mordidas também são uma forma de
comunicação e de se conhecer o outro. A princípio, as crianças não sabem
avaliar as conseqüências de suas mordidas e nem a força que podem colocar.
Às vezes, o ato de morder é um modo de estar perto do amigo que gostam, de
partilhar uma intimidade, como comer alguma coisa gostosa.
Nessa fase, a criança ainda está
acostumada a ter seus desejos atendidos prontamente, sendo comum
demonstrar sua insatisfação, por meio de mordidas, enquanto não aprende a
falar direito.
Cada criança tem seu modo de reagir
diante do que sente e do que acontece ao seu redor. Quando contrariadas ou
nas disputas por brinquedos, algumas choram, esperando que um adulto
ajude, outras reagem mais intensamente, batendo ou mordendo. Morder também
pode ser uma maneira da criança lidar com sua ansiedade, já que ainda não
consegue organizar e compreender direito suas emoções, ela descarrega o
ciúmes, a insegurança na mordida.
É preciso ter calma quando acontece este
comportamento, conversar com a criança, mostrar que dói. Com o tempo,
conforme a criança vai aprendendo a se comunicar melhor através da
linguagem, começa a trocar as mordidas pelas palavras, conseguindo aos
poucos, organizar e expressar seus sentimentos e insatisfações de outra
forma.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Berçário II
NO DIA 04/04/2013 FOI INICIADO NA TURMA DO BERÇÁRIO II A SEQUÊNCIA DIDÁTICA: O QUE PODEMOS FAZER COM AS CAIXAS E BOLINHAS?
NESTA SEMANA FOI TRABALHADA A SEGUNDA ETAPA DESTA SEQUÊNCIA, COM A PROPOSTA DE
LEVAR PARA A TURMA DIFERENTES CAIXAS EM RELAÇÃO A TAMANHO E FORMA, ONDE AS
CRIANÇAS TIVERAM A OPORTUNIDADE DE EXPLORAR CONFORME A CURIOSIDADE DE
CADA UM.
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